
Desde seu anúncio eu, e com certeza uma penca de pessoas, esperam pela estréia mais aguardada desse ano nos cinemas (depois de Batman, Homem de Ferro, Hellboy 2, Queime Depois de Ler…), a adaptação da vida do atual presidente dos EUA, George W. Bush, em W..
Quando soube que Josh Brolin faria o papel título, fiquei curioso. Aliás, Brolin anda bem requisitado do mercado e fez parte de grandes filmes nesse último ano (Grindhouse, No Vale das Sombras, O Gângster e Onde os Fracos não Têm Vez) e eu não gostava tanto dele. Não gostava dele já em Os Gonnies, onde fazia o irmão mais velho de Sean Astin, mas as coisas mudaram e ele ganhou algum prestígio.
O diretor Oliver Stone ultimamente não vinha com uma mão boa. Depois de cinco anos desde sua ultima investida em ficção, fez Alexandre que foi uma bomba e depois As Torres Gêmeas que não conseguiu tocar no coração da crítica e do público, além de ser engolido pelo Vôo United 93 que, de certa forma, abordava o mesmo assunto.
Voltou a fazer o que sabe melhor: historias sobre presidentes dos EUA (JFK, Nixon) e pelo que eu vi até agora, que foi quase nada, a expectativas estão cada vez maiores.
Antes de qualquer coisa eu já arrisco com um dos indicados ao Oscar do ano que vem e acho que Brolin leva como ator. A caracterização está impressionante e depois de ver uma pequenina cena no Colbert Report, onde mostra Brolin sendo W. Bush, não há duvidas.
Também tinha me esquecido de dar uma pesquisada no elenco até essa semana. Sabia que Elizabeth Banks, que também estourou tardiamente nos cinemas, fez, até o momento o papel da sua vida. Quanto ao restante do elenco, bem… não preciso nem me preocupar.
James Cromwell com Bush pai, Ellen Burstyn como Bush mãe, Richard Dreyfuss como Dick Chenney, Scott Glenn como Donald Rumsfeld, Jeffrey Wright como Colin Powell e Thandie Newton como Condoleezza Rice, entre outros, não há mais o que falar.
É esperar para ver se minhas expectativas estavam corretas e pelos indicados ao Oscar.
